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Os 6 erros mais comuns para iniciantes de WordPress

Todos cometemos erros, mas no que toca ao primeiro contacto com o WordPress, existem algumas “armadilhas” em que é fácil cair.

Elaborámos esta lista para o ajudar a não cair nestes erros quando de um primeiro contacto com a plataforma.

1. Instalar plugins, plugins e plugins

Poderá estar a pensar: “Ok, mas os plugins acrescem funcionalidade ao meu site, certo?”

Nem sempre.

Sem dúvida que existem plugins fantásticos que ajudam a alavancar o nosso site. No entanto, existem também outros que poderão prejudicar a sua velocidade e performance.

Antes de instalar um novo plugin, há uma questão que deve colocar a si mesmo. “Preciso realmente deste plugin?”

Se a resposta for afirmativa, então é importante olhar para as estatísticas do plugin, compreender se o mesmo é mantido/actualizado regularmente e se faz exactamente aquilo de que necessita. Se assim for, força! Caso contrário, o melhor será estudar outras alternativas.

2. Ignorar actualizações de plugins, temas ou core

Entre tema, plugins e core do WordPress, pode tornar-se complicado fazer uma gestão assertiva de todas as actualizações que devemos ter em conta. Ainda para mais, pode tornar-se complicado perceber o motivo pelo qual necessitamos fazer actualizações, quando está tudo a funcionar correctamente.

Estas actualizações são de extrema importância, essencialmente por razões de segurança. Tipicamente quando um website em WordPress é comprometido, o principal motivo prende-se com a utilização de uma versão desactualizada do core do WordPress ou plugins e tema desactualizados. Os programadores não disponibilizariam actualizações se estas não fossem importantes, por isso devemos sempre que possível manter a nossa plataforma actualizada.

3. Utilizar um nome de admin e password fracos

O WordPress é uma plataforma extremamente utilizada em todo o mundo, motivo pelo qual também existem muitas tentativas de ataque por parte de hackers. Ao utilizar nomes de utilizador e passwords fracas, estamos apenas a facilitar a vida aos atacantes. É portanto recomendado ter nomes de utilizador mais específicos, passwords fortes (alfanuméricas e com carácteres especiais) e com endereço de acesso ao backoffice customizado.

4. Fazer actualizações em ambiente de produção

Teoricamente, não existe nada de errado em fazer actualizações num site em produção. No entanto, na prática, se algo correr mal arriscamo-nos a ficar com o site em baixo até que consigamos reverter o problema.

É por isso altamente recomendável manter um ambiente de qualidade/desenvolvimento com uma cópia da plataforma onde possa efectuar actualizações de forma tranquila, sem a pressão de pensar que pode ficar com o site em baixo.

5. Adicionar customizações ao tema parent, em vez de ao tema child

Ao encontrar aquele tema quase perfeito, onde apenas pretende fazer umas pequenas alterações estéticas ou funcionais para que fique a seu gosto, é muito fácil cair na tentação de editar directamente os ficheiros do tema.

É algo que de facto funciona, por algum tempo, pelo menos até sair uma nova actualização para o tema. Ao fazê-la, todos os ficheiros se sobrepõem às  edições efectuadas.

Por este motivo, deverá trabalhar sempre num child theme que herda do tema principal (parent). Desta forma, é possível editar um tema à sua vontade e ao mesmo manter o tema principal actualizado, não perdendo assim o seu trabalho quando for disponibilizada uma nova actualização.

6. Utilizar as definições por defeito

Quando começa a trabalhar com uma instalação nova de WordPress, é muito simples começar logo a focar-se na criação de páginas, artigos e conteúdo, descurando as configurações que vêm por defeito na plataforma, tais como a descrição: “Mais um site wordpress” ou a estutura de ligações permanentes /?p=123 que não é a mais profissional e eficaz a nível de SEO. Deve por isso dedicar algum tempo a afinar estes pormenores antes de começar a focar-se no conteúdo.

Alguma sugestão de outros problemas a evitar? Partilhe connosco!

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